terça-feira
O lado bom... da fúria!
Cada história tem dois lados. Três ou quatro!
Não há ferida que não sare. Não há traição maior que não possa ser perdoada.
Não há reviravolta da vida que nos possa deixar... sem nada?!
Há sempre uma estrada.
O lado mau da fúria? É que nos cega.
E nos entrega, sempre, a um juízo errado.
O lado bom da fúria? É que nos liberta e um dia acaba.

Para nos deixar ver, depois que as nuvens passem, que por trás delas o céu
nunca deixou de ser azul.
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Não há ferida que não sare. Não há traição maior que não possa ser perdoada.
Não há reviravolta da vida que nos possa deixar... sem nada?!
Há sempre uma estrada.
O lado mau da fúria? É que nos cega.
E nos entrega, sempre, a um juízo errado.
O lado bom da fúria? É que nos liberta e um dia acaba.

Para nos deixar ver, depois que as nuvens passem, que por trás delas o céu
nunca deixou de ser azul.
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quarta-feira
nódoas difíceis
Não que eu tenha alguuuuuuuuma coisa contra o Carrilho...
mas já repararam que o logotipo de campanha do gajo é igualzinho ao símbolo do Skip Nódoas Difíceis?
Coincidência...?
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mas já repararam que o logotipo de campanha do gajo é igualzinho ao símbolo do Skip Nódoas Difíceis?
Coincidência...?
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sexta-feira
por uma Lisboa do avesso
Que os cartazes de Manuel Mª Carrilho nos causam algum desconforto visual - que vai além de ter a tromba do homem em tamanho XL escarrapachada por toda a LX e um logotipo de campanha que é um susto - é evidente.
Menos evidente, porém, é o motivo de tal estranheza, nem que seja porque não passa pela cabeça de nenhum alfacinha que um candidato à nossa autarquia se lembre de virar Liboa do avesso em ambas as fotografias de cartaz...!

Edson Athayde, o publicitário responsável pela campanha, justificou-se dizendo que "assim ficava melhor", acrescentando que havia coisas mais importantes do que uma inversão de imagem.
No cartaz do Parque Eduardo VII, o candidato surge à esquerda, enquanto naquele em que se estampa em cima do Castelo, a sua figura nos aparece à direita. Não bastaria ser ao contrário?!
Se existem coisas mais importantes, não sei, mas parece-me que um canditado que põe Lisboa de pernas para o ar com tal complacência, não augura nem amor à cidade, nem nada de bom.
Menos evidente, porém, é o motivo de tal estranheza, nem que seja porque não passa pela cabeça de nenhum alfacinha que um candidato à nossa autarquia se lembre de virar Liboa do avesso em ambas as fotografias de cartaz...!

Edson Athayde, o publicitário responsável pela campanha, justificou-se dizendo que "assim ficava melhor", acrescentando que havia coisas mais importantes do que uma inversão de imagem.
No cartaz do Parque Eduardo VII, o candidato surge à esquerda, enquanto naquele em que se estampa em cima do Castelo, a sua figura nos aparece à direita. Não bastaria ser ao contrário?!
Se existem coisas mais importantes, não sei, mas parece-me que um canditado que põe Lisboa de pernas para o ar com tal complacência, não augura nem amor à cidade, nem nada de bom.
quinta-feira
A Queda
Entrar numa sala de cinema para ver Hitler em Queda é semelhante a invadir um manicómio liderado por Heil Donald Duck.
Que os nacional-socialistas eram doidos, já sabíamos. Que Hitler era histérico e rigorosamente igual ao pato Donald a falar, é que ainda não.

Depois de termos o previlégio de viver 2horas no lado negro da guerra (se é que existe um lado mais claro) sabe bem saber que entre 1997 e 2003 toda a geração que dirigiu o nazismo se extinguiu. O mundo nunca se libertará do peso de 50 milhões de mortes. Mas, pelo menos, acaba de se libertar integralmente daqueles que as motivaram.
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Que os nacional-socialistas eram doidos, já sabíamos. Que Hitler era histérico e rigorosamente igual ao pato Donald a falar, é que ainda não.

Depois de termos o previlégio de viver 2horas no lado negro da guerra (se é que existe um lado mais claro) sabe bem saber que entre 1997 e 2003 toda a geração que dirigiu o nazismo se extinguiu. O mundo nunca se libertará do peso de 50 milhões de mortes. Mas, pelo menos, acaba de se libertar integralmente daqueles que as motivaram.
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quarta-feira
sport style
No outro dia
enquanto corria o meu habitual percurso Docas-Bélém-Docas
uma dondoca, meio gordalhufa e completamente cota
ultrapassou-me de bicicleta.
Vestia, esganando a celulite,
uns calções de ciclista que, em letras garrafais (acessíveis a qualquer vesgo)
e em ambas as pernas
tinham escrito a palavra KONA.
Sou eu que ando a correr no ginásio das prostitutas menos endinheiradas
ou há gente que não tem mesmo a menor noção do ridículo?
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enquanto corria o meu habitual percurso Docas-Bélém-Docas
uma dondoca, meio gordalhufa e completamente cota
ultrapassou-me de bicicleta.
Vestia, esganando a celulite,
uns calções de ciclista que, em letras garrafais (acessíveis a qualquer vesgo)
e em ambas as pernas
tinham escrito a palavra KONA.
Sou eu que ando a correr no ginásio das prostitutas menos endinheiradas
ou há gente que não tem mesmo a menor noção do ridículo?
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terça-feira
de alma lavada
ontem o meu bilhete de identidade foi parar à maquina de lavar roupa.
Hoje... sinto-me outra!
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Hoje... sinto-me outra!
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